segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

De improviso

Desde 2004, que me habituei a sair para andar de bicicleta com os trabalhos de casa feitos, percurso delineado, carregado no GPS, nada a temer nada a enganar, mas há já algum tempo, redescobri o prazer de voltar a andar sem a dita maquineta, pelo puro prazer de descobrir, da aventura, que é a verdadeira essência do BTT. Voltei a ter o prazer de, por engano, ir dar a uma pequena clareira, uma cascata, um qualquer recanto cheio de musgo, ou simplesmente um sítio que me agrade pela envolvência e pelas circunstâncias. E ontem tudo aconteceu assim, tudo de improviso, ao acaso, com direito a perder-nos e tudo, um cafézinho pelo meio e toca para casa para o banho.
Um domingo em cheio.










domingo, 6 de janeiro de 2013

1º Domingo do ano



Se escrevesse "Tudo dentro da normalidade" como título, diriam logo, mais uma volta de bicicleta como tantas outras, mas não, apesar de sim, tudo ter decorrido dentro da normalidade com as bicicletas, não era a isso que me referia, referia-me ao clima, com a temperatura a descer aos -3º (normal) para a época, às estradas geladas (também normal), os trilhos endurecidos pelo gelo, os charcos e fontes completamente gelados, e em especial algo que me despertou a atenção quando parámos (sim, porque nós também paramos) para a bucha matinal na barragem de montesinho, reparei que a mesma está na sua cota máxima o que não tem sido normal nestes últimos anos. Portanto tudo volta a entrar nos eixos. Bem-vindo seja o inverno em toda a sua plenitude.


















Subida à barragem de Montesinho


















Lico e Bruno Osório



























Quando a água falta, improvisa-se

Foto de família, é pena é só aparecer metade da mesma!!!!!!!!!!!


domingo, 30 de dezembro de 2012

Provavelmente a última pedalada do ano


Há já algum tempo que não aparecia por aqui, mas como diz o ditado, não há duas sem três e nem sempre à terceira é de vez, mas de qualquer forma aqui vai e espero que desta me mantenha por mais tempo.
Desta feita e como diz o título é provável que tenha sido a minha última volta de bicicleta este ano.
Foi uma volta mista como as sandulas ou os croissants, por estrada e monte, agrada sempre a todos, e estes são dos bravos, dos que querem devorar quilómetros, que não se preocupam com as subidas nem com as descidas nem tão pouco ter que andar a pé. Trazem-me memórias de um grupo de há muitos anos, mas na altura eramos poucos, sim, poucos a andar de bicicleta, fosse de estrada ou monte, eram dos que saíam de manhã cedo e so chegavam ao fim do dia a casa, sempre com vontade de andar fizesse chuva ou sol, subisse muito ou nem por isso, o que interessava mesmo era o prazer de andar de bicicleta, fosse ela boa ou má, transcendendo os apetrechos xpto, dando somente ênfase ao facto de podermos apreciar o que muitos nem sequer irão ver em toda a sua vida, mesmo estando ali ao lado, as muitas molhas, o muito frio, mas sempre com aquele brilho de cada vez que combinavamos outra saída, e isto é terapia e une-nos com um elo que só nós reconhecemos.
E hoje pude novamente sentir isso com um grupo muito mais numeroso que o original, que por acaso se encontrava presente na sua totalidade, e, apesar da dureza do percurso, ritmo imposto e as várias paragens que fizemos, a disposição era do melhor e não ouvi sequer um queixume, o que normalmente acontece. Será que esta gente finalmente percebeu a essência disto, que e resumidamente a bicicleta é só um instrumento de obtenção de prazer, que no meio de tudo o que podemos vivenciar não tem a importância que querem atribuir-lhe, que é somente um objecto. Ou será que eu é que estou errado?

Imagem típica da nossa terra

Tasca típica em Rio de Honor O Preto



Imagem característica do Parque Natural de Montesinho

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Ori-BTT da Associação dos Amigos do Campo Redondo Bragança

Esta é a semente, que acredito que poderá germinar e evoluir no sentiodo de, num futuro próximo termos um conjunto regular de eventos, nesta variante do BTT que mais gosto de praticar, a Orientação em Bicicleta Todo Terreno. 
Apesar de poder existir competição, as diferenças fazem-se regra geral no capítulo da orientação e não na força do pedal, promovendo até andamentos mais próximos aos de lazer.
Recomendo a participação a toda a gente, seja aos apelidados "CRACK'S", como a todos os outros que é a maioria e quem melhor se enquadra nesta modalidade.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Open Regional de Maratonas Trás-os-Montes

TRACK´S -  MARATONA / MEIA MARATONA
                                      

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Cabe a todos, fazermos dos nossos os grandes passeios,


até Domingo.





terça-feira, 16 de novembro de 2010

Maratona da Casa do Futebol Clube do Porto de Mirandela

MOMENTOS ANTES DA PARTIDA



DOIS PARTICIPANTES À CHEGADA À META



AS CLASSIFICAÇÕES

Maratona ..................................... Meia-Maratona



segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Passeio BTT Vilar do Monte

Realizou-se ontem o passeio de BTT da Associação Juvenil de Vilar do Monte, concelho de Macedo de Cavaleiros, onde tive a oportunidade de marcar presença. Paralelamente ao evento de BTT, havia também 1 passeio pedestre, pensado como alternativa a quem espera pelos(as) ciclistas, mas estando aberto a quem quisesse aparecer.
Do pedestre não posso pronunciar-me, mas do BTT sim, e o que posso dizer é que a evolução ao longo dos anos é notória, a qualidade a que nos habituaram nestes últimos 3 ou 4 anos estava lá. Salvo 1 ou 2 situações pontuais, a marcação estava correcta, pena que o track não tivesse sido corrigido às alterações sofridas (mas isso só interessa quando deixar de haver a lixeira chamada placas e fitas a marcar o percurso), boa marcação. Excelentes balneários (com água quentinha), ouvi pessoas queixarem-se da deslocação para o balneário, que era muita a distância. Meus senhores, más condições são em Fevereiro e depois de uma corrida para a Taça de Portugal, terem que fazer mais 3km a pedalar (para cada lado), com o saco às costas, e esperar 15 minutos para tomar banho numa barraca que dava abrigo a um motor de rega, e depois apanhar com água gelada. Penso que esta gente devia praticar um ciclismo diferente, chamado "Spinning" ou "Indoor Cycling", pode ser feito em casa, não implica deslocações, não se sujam, e não têm que esperar pelo banhinho, ahhh!!!, e as patroas não se chateiam pelas suas ausências.
Quanto ao outro assunto (o almoço), tão delicado que é nestes e noutros eventos, devo dizer que exceptuando o ano (penso ter sido a 2.ª ou 3.ª edição), em que foi servida caldeirada de cordeiro nos baixos da casa de um habitante da aldeia (que foi genuinamente divinal), este foi o que mais me agradou desde então. Não haviam filas para nos servirem, fomos servidos à mesa(poucas vezes se vê), quando almocei fui servido de imediato, bem como as demais pessoas que lá se encontravam, boa comida(ainda quente), bebida variada à descrição, sobremesa variada, fruta e bolo, já comi bem pior em alguns restaurantes.
Parabéns à organização, e até para o ano.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

PASSEIOS NOCTURNOS EM BTT


Não é novidade, porque há já alguns anos que vimos praticando esta faceta do BTT, se bem que integrado em provas de orientação, mas é notória a crescente adesão a este tipo de passeios dissociados dessa componente, e, foi neste contexto e partindo da vontade colectiva de algum pessoal da minha terra que no espaço de 2 semanas se organizaram 2 passeios, 1 com cerca de 30 km e outro com 65 km. Devo confessar, que gosto muito de andar de bicicleta em situações desenquadradas da tão proclamada, mas felizmente não legislada normalidade, e é isso que atrai cada vez mais adeptos, a fuga à monotonia do relacionamento com a nossa companheira (bicicleta), e também uma forma de variar no "dejá vu" tunning ciclístico, voltando agora os focos da nossa atenção para os focos que iremos colocar no capacete ou no guiador, ou em ambos, se um ou dois e se com ou sem satélites, mas essas questões deixo-as para os entendidos que o que eu gosto mesmo é de andar de bicicleta (não querendo com isto ofender ninguém), há espaço para todos. E como cantava o saudoso Zeca Afonso "Seja bem-vindo quem vier por bem, se alguém houver que não queira trá-lo contigo também" .
Foi também com muito agrado que recebi o convite para na passada Sexta-feira, participar num nocturno em Mirandela, organizado pelo César Quitério, como forma promocional da sua loja de bicicletas "Qutérios Bike" recentemente inaugurada nessa cidade. Com agrado sim, porque independentemente das omnipresentes picardias entre ciclistas, senti, durante o evento, a vontade genuína de convívio e camaradagem por parte dos duros (e que os há lá) de Mirandela, que penso comungarem a mesma doutrina ciclística que eu e que se reflecte muito bem neste verso, e, uma vez mais do acima citado Zeca Afonso "A gente ajuda, havemos de ser mais, eu bem sei, mas há quem queira deitar abaixo o que eu levantei", leia-se (o que nós levantámos). Aos poucos haveremos de ser muitos, isso é garantido? Uma palavra de apreço ao Paulo Pinto.
PS - Por motivos de protecção da privacidade e integridade física de alguns participantes no nocturno, a imagen foi propositadamente desfocada, não fosse alguma esposa descobrir, que o marido em vez de andar na má vida à noite, andava era de bicicleta.

Vemo-nos por aí, seguramente no dia 10 em Vilar do Monte.

Cumprimentos

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

MARATONA ROTA DAS CEBOLAS - VILA POUCA DE AGUIAR



Após uma longa paragem, para o periodo balnear, o OPEN REGIONAL DE MARATONAS regressou, desta feita na vila de Vila Pouca de Aguiar, distrito de Vila Real, para fazer alinhar um belo pelotão de 98 participantes, a organização tinha à disposição 2 percursos, um com 50km e outro com 67km, com dureza fisica média e técnica alta, pondo à prova as aptidões técnicas dos participantes.
A prova desenrolou-se dentro da normalidade, tendo-se somente verificado um ou outro episódio(com os mais distraídos) relacionado com a visibilidade das marcações.
Para os criticos gastronómicos, e que costumam ser muitos, o repasto era variado, tendo 2 pratos de carne à escolha, lombo ou javali, com arroz, massa ou batatas, bebidas à descrição(cerveja também) e 2 opções de sobremesa.
* Parabéns ao Francisco Travassos, não tanto por ter ganho, que para mim isso nunca foi novidade, mas mais pela sua postura quando isso acontece, postura de humildade, simplicidade e formação, postura essa que escasseia, principalmente nos ciclistas das estruturas que costumam liderar.

PS - A imagen não corresponde à partida da maratona, mas como não tinha outra achei que esta se adequava, se ofendo alguem é favor informar.

Classificações da MARATONA e MEIA-MARATONA




segunda-feira, 26 de julho de 2010

E à terceira não foi de vez

Não, não foi mais um empeno.
Este ano, e pela terceira vez consecutiva, participei na maratona da Puebla da Sanábria, aqui perto na vizinha Espanha. É uma daquelas maratonas que tenho grande vontade de ganhar, o ano passado poderia tê-lo conseguido não fosse uma corrente partida que me fez terminar em 4.º à geral. Este ano preparei-me com mais afinco para atingir o meu objectivo e foi quando quase tudo me aconteceu. Quando liderava a dita prova e sensívelmente ao km 30, numa descida com um gancho apertado, aperto os meus novos travões a estrear (shimano deore 2010) e oiço um estouro, fico sem travão da frente, saio do trilho, entro no trilho e tento perceber o que aconteceu, fico com a impressão que as pastilhas por excesso de calor, e a travagem forte tenham descolado (no problem, lets go), com o travão de trás consigo desenrascar-me. Lanço-me novamente na descida e começo-me a debater-me com problemas de direcção, a bicicleta fugia-me ligeiramente de frente, com especial dificuldade nas curvas, acabo por ser apanhado por quem me perseguia de perto e passado no que restava de descida. Nas zonas a rolar consegui apróximar-me, mas, e isto não consigo explicar, só sei que sem asas nem avião consegui levantar voo e fui aterrar com a cabeça e a face num calhau, fazendo-me parar muito mais rápido que os meus novos Deore 2010. Entretanto e durante o voo bati com a mão direita provocando-me um ferimento que se tornou bastante doloroso. Ainda assim, continuei, fazendo grande parte dos restantes 15 km com o parceiro com quem terminei no ano passado, o Francisco Travassos, se bem que este ano em posições de menos destaque, 11.º e 12.º aexequo (obrigado pela companhia).
No fim, e quando já se apanhavam as canas, é que percebi o que realmente tinha sucedido, o meu cubo FRM de carbono "superleve!!!!!" partiu (a falange onde aperta o disco separou-se do resto do cubo), daí ter ficado sem travão, em consequência disso e como eu uso uma suspenção cannondale lefty, e esta apoiar em dois rolamentos no cubo, e um deles estar na falange que se partiu, a roda ficou solta, abanando lateralmente, motivo pelo qual eu sentia dificuldade em controlar a frente da bicicleta e provocando à posteriori a minha queda.
E como disse em cima 'À terceira ainda não foi de vez', para o ano há mais.
Vemo-nos na Subida al Peñon - www.subidaalpenion.com
Cumps

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Dizem que à terceira é de vez

Desde Fevereiro que não participava em nenhuma maratona, e com vista à minha segunda participação na Maratona Extreme Xurés/Gêres decidi, a convite de um amigo, fazer algumas provas do campeonato de maratonas do Inatel Viseu, designado de Up and Down (www.upanddownbtt.com). Tendo feito a de 20 de junho em Castro D'aire e ontem a de São Pedro do Sul, onde, pela segunda vez desde que pratico ciclismo, e ja lá vã0 13 anos, estive a ponto de colapsar em plena maratona. A causa, em ambas as vezes, foi desidratação. Se a primeira foi no Outono, motivado por excesso de agasalho e por falta de ingestão de l'iquidos em quantidade suficiente, ontem foi mesmo pelo intenso calor que se fez sentir, com temperaturas de 40 graus em longos troços do percurso, apesar de ter ingerido cerca de 3 litros de água e sais a rapidez com que desidratava era brutal e largamente superior a velocidade com que me hidratava, tendo inclusive sido a minha estreia a parar em abastecimentos nas maratonas para me abastecer de liquidos.
O dia de ontem recordou-me, uma vez mais, a humildade e respeito que devemos ter para com os elementos naturais, não os substimando, coisa que faço com regularidade, só me restando a esperança de que à terçeira não seja de vez.
Fiquei surpreendido com a quantidade de participantes, não na maratona mas sim na meia, cerca de trezentos, n'umeros aos quais não estou habituado. Boa organização geral.
Haaa, e já agora, para quem gosta de dureza, não só do terreno mas também dos adversários, recomendo experiência, a próxima é dia 25 em Viseu.

sábado, 26 de junho de 2010

segunda-feira, 7 de junho de 2010

domingo, 6 de junho de 2010

Maratona da Cereja - Alfândega da Fé


Para prazer dos organizadores e de quem veio assistir, os duros do costume e outros tantos, disseram presente a mais uma prova pontuável para o Open de Maratonas, desta feita, na capital da cereja, que até ao próximo fim de semana se mantém em festa, celebrando este fruto maravilhoso e outros produtos regionais.
Nesta prova pudemos assistir à regularidade de alguns ciclistas Francisco Travassos e Francisco Fernandes, e, ao assalto aos lugares do pódio protagonizado por outros que andavam mais escondidos, mas não esquecidos, pelo menos por mim, refiro-me entre outros ao Nuno Miranda e ao seu colega Carlos Martins, da equipa - Skoda Irmãos Leite /ACRTX/Bicicar Tourencinho, prestações que não são de estranhar e se previam, com o acumular de competições que eles vêm fazendo, em especial corridas de estrada. Penso que depois da pausa no Open que será em Julho e Agosto a disputa pela vitória nas provas vai estar mais equilibra e difícil de adivinhar, podem apostar.
Em relação à organização, e apesar de ser a 1.ª Maratona que realizam, estiveram 99,9%, sempre atenciosos, sempre prontos e preocupados com a segurança do evento, parabéns.
Aproveito também para endereçar ao Octávio Aires a rápida recuperação da intervenção cirurgica a que vai ser sujeito, fruto de uma queda no decorrer da prova, e os parabéns pela sua prestação até ao momento do incidente.
Cumps
Paulo Costa

MARATONA e MEIA-MARATONA





domingo, 16 de maio de 2010

Maratona Rota do Mineiro- Ervedosa

Boas.
Desta vez a caravana das maratonas instalou-se em Ervedosa, concelho de Vinhais, para a 4.º prova pontuável para o Open de Maratonas de Trás-os Montes.
O dia amanheceu solarengo e assim se manteve até ao ocaso, com uma temperatura ideal para a prática da modalidade, contribuindo largamente para o espectáculo com que foram brindados os afortunados que aí estiveram presentes.
Espectáculo, sim, quer a nível desportivo quer organizativo. A cada prova que passa podemos verificar que a fasquia competitiva está a ser colocada cada vez mais alta, com médias a rondar os 22kmh e acumulados a roçar os 2000mt, e, a acompanhar esta qualidade desportiva está a qualidade com que os organizadores que integram este OPEN DE MARATONAS estão a brindar os participantes, qualidade ao nível da marcação dos percursos, com especial atenção para a segurança, qualidade ao nível dos reforços líquidos e sólidos e qualidade nos abastados almoços no final da mesma.
Na prova de hoje, marcaram presença cerca de 120 ciclistas, um belo número para uma maratona tão jovem.

Os meus parabéns à organização e em especial ao Ferro, que é o mentor de tudo isto.

Aproveito também para endereçar os meus PARABENS à organização da maratona da Rota da Liberdade - Vila Flor, realizada no dia 25 de Abril, pela excelência organizativa exibida.

Cumps
Paulo Costa

Classificações dos participantes que pontuaram para o Open
http://docs.google.com/leaf?id=0B60qxPhOMSxVMGM5OWIyYTktNTllYy00ZTI1LWFkZTgtYjU4ZTVjMDliZGIz&hl=en

domingo, 25 de abril de 2010

Open de Maratonas de Trás-os-Montes
Maratona Rota da Liberdade - Vila Flor

CLASSIFICAÇÕES
https://docs.google.com/Doc?docid=0Aa0qxPhOMSxVZGZtcTk5M2RfMGZyNGZzY2Rr&hl=en

terça-feira, 6 de abril de 2010

Bis+1 no Pingão

Diz-se que não há duas sem três, mas desta feita foram mesmo só 2+1. Ontem, e depois do belo passeio de domingo aqui anteriormente relatado, decidi testar meu veículo todo terreno (de 2 rodas) num percurso que há muito andava a evitar, este é composto por uma subida com 1600mt e com uma percentagem média de inclinação de 20%(com troços acima dos 30%), que em 10 anos de ciclismo não encontrei em prova nenhuma, fosse de estrada ou de monte. Agora podem estar a pensar, nada que um 22x34 não resolva (ainda assim convido os curiosos como eu a aparecerem, basta contactar-me via comentário aqui do blogue para combinarmos), mas o motivo para eu evitar este confronto com a montanha prende-se com o facto de eu ter passado a usar uma pedaleira dupa (42/29) com uma cassete de 9 velocidades (12/36). Por fim, eu estava aos pés da dita subida com a sensação de poder conquista-la mas sem certezas, certezas essas que vieram a confirmar-se a montanha foi conquistada e a relação 29/36 pareceu-me idêntica à 22/32.
Hoje ao ser convidado pelo Dr. Nuno Santos para um Bis, aceitei sem hesitar. Para ele ia ser a estreia na tão falada e temida subida, apesar de ser um parceiro com quem não ando com regularidade, já acumulamos algumas centenas de kms e foi a pessoa que mais vi evoluir nestes últimos 2 anos, e, sem que eu considere ser um handicap, já passou a barreira dos 50. Mas a montanha não quer saber, a única coisa que faz é filtrar, e, apesar de sermos todos duros, é evidente que há uns mais que outros, e neste particular confronto o meu parceiro ganhou o crachá (+1), (mais 1 a entrar para o clube, que esta não é para todos, areditem), quanto a mim, e sem pressões, restou-me bisar com menos 2 dentes(na cassete, claro) que ontem, subi no 29/34 (quem diria)?

Obrigado pelo convite e respectiva companhia que muito prezo.

domingo, 4 de abril de 2010

Qual a pressa em chegar cedo a casa!!!!!!!!

Apesar de fazer uso da bicicleta o ano inteiro, chova ou faça sol, devo admitir que a cada ano que passa, o Inverno me custa mais a suportar, e a ansiedade por Primavera é cada vez mais intensa, talvez este ano intensificada pelo Inverno extraordinariamente chuvoso que se tem feito sentir.
Mas eis que hoje e apesar do frio, o dia amanheceu solarengo e sem uma única nuvem no horizonte, era-me impossível não sair de casa com um dia assim, pelo que às 8:15 me fiz à estrada. Quando saí de casa, tinha previsto fazer cerca de 100km a solo, acabei por, ainda dentro da cidade, ser desviado para ir fazer 81km e muito bem acompanhado. Já estiveram dias mais quentes e com sol, mas infelizmente eu não pude andar, pelo que o dia de hoje foi a minha estreia primaveril. Não podia ter sido melhor (percurso bem escolhido!!!), não faltando os 10min de discussão para a escolha do mesmo (desta vez não houve proposta de votação), boa companhia, no grupo de 7 só houve uma baixa(desistência) ao km 20, evidente falta de treino para o que se avizinhava, subidas qb (1500mts de acumulado ), um ou outro empeno à mistura (quem diria), a incontornável discussão sobre a paragem ou não para tomar cafézinho, e a preocupante hora de chegada casa, que desta feita não tinha margem de manobra, não fosse o leitão ou o cabrito arrefecer ou uma que outra dona irritar-se por querer servi-los ainda quentinhos, ou talvez por ainda ter que ir buscar o cabrito para levar para casa, adiante, isto poderia ser o relato de uma saída em qualquer ponto do nosso ou outro qualquer continente, pois podia, não fosse o dito cabrito ser de Bragança, que nesta quadra foi tão publicitado nos noticiários das nossas várias estações. O estranho é que em Bragança nunca vi cabrada nenhuma, ou melhor vou vendo algumas, mas nenhum dos elementos se assemelham aos que vi na televisão, será que se enganaram na localização das filmagens.
Agradeco aos meus companheiros a boa disposição, mesmo sem o cafézinho, que a hora se fazia curta.
*P.S.-A imagem acima exibida podia ser de um qualquer nosso companheiro nesta bela quadra tratando do seu almoço dominical, mas não, nem o bicho nem o seu transporte são de Bragança. Mas como dizia atrás, podemos estar fisicamente distantes mas as vivências e os costumes nem são assim tão diferentes